Jorge de Barros, autor de “O idílio de Maria Elefanta e Perna Seca”, é professor e escritor, com incursões pela crônica, conto, poesia, cordel, dramaturgia, roteiro de cinema e quadrinhos em projetos independentes. Formado em Letras e Ciências Sociais, mestre em Antropologia Social pela USP e pós-graduando em Roteiro de Ficção pelo Senac.  Já recebeu alguns prêmios por sua obra literária, com destaque para o programa Nascente USP – 2016 (menção honrosa), Feira do Livro de Ribeirão Preto (1º lugar – crônica) e Off Flip de Literatura (4º lugar – poesia). Publicou em diversas coletâneas de contos e poemas em livros, revistas e jornais literários. Lançou a HQ independente “Capanga!”, em 2016, com desenhos de Ton Albuquerque.

 

 


 

 

Rafael João, 26 anos, baiano que foi criado na terra da garoa, psicólogo, finge que sabe escrever pra suportar a dor de existir em excesso, nasceu com uma bomba-relógio no lugar do coração e tem medo que alguém descubra. Escreve como se estivesse num ritual de exorcismo sem cruz, sem velas ou água benta. Autor de “Pelicano”

 

 

 


 

 

Izabela Orlandi nasceu em Vitória-ES em 1991. É formada em Psicologia pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Autora dos livros O que esperar de uma flor amarela? (Patuá, 2013), Vão dos bichos (Patuá, 2015) e O sal das suas pernas (Fractal, 2018). Publicou na 7faces – caderno-revista de poesia (Natal), na revista DiVersos Poesia e Tradução (Portugal), na revista Gente de Palavra (Porto Alegre), entre outras.

 

 

 


 

Paulo Ribeiro Neto nasceu na cidade de São Bernardo do Campo (SP) em maio de 1994. Graduou-se em Relações Internacionais (UNESP) e é mestrando em Integração da América Latina (PROLAM – USP). Foi, por seis anos, membro de uma companhia teatral amadora, chegando a participar na elaboração de dramaturgias originais para a mesma. Sempre gostou de escrever, tendo participado de oficinas literárias na Câmara de Cultura de São Bernardo do Campo, na Casa das Rosas, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC, entre outras instituições. “Maria são nossos nomes” é o seu primeiro livro.

 

 


 

 

Alexandre Ribeiro.

Nasceu. Santo André. Setembro. 1976. Teve formação humanística. Frequentou a ECA e a FFLCH. Formado em Letras. Esteve Músico, aprendeu a escutar. Esteve Professor, aprendeu a olhar. Está Livreiro. Está poeta tentando ser um. É leitor. Tem mais perguntas do que respostas. Sabe que a sua única certeza é que o amor responde a tudo. Sabe que um dia: Partirá.

 

 


 

Ornella Rodrigues, uma mulher negra em movimento. Tem 39 anos, é poeta, autora de “Como domar um coração selvagem”, fotógrafa, candomblecista e feminista, formada em Letras e pós graduada em Piscopedagogia. Nasceu em Santos-SP, no bairro do Estuário, onde reside atualmente. Ativista dos direitos humanos, iniciou sua militância como colaboradora da Casa de Cultura da Mulher Negra de Santos, fundada por Alzira Rufino. Foi voluntária nos núcleos Educafro da Baixada Santista por sete anos ministrando aulas de literatura e redação e coordenando ações de enfrentamento ao racismo institucional. Colaborou com a formação dos conselhos municipais de juventude das cidades de Santos e São Vicente, ocupando a cadeira de mulheres negras. Educadora social, atuou em projetos sociais em comunidades da Baixada Santista, produzindo cultura e socializando conhecimento. Atualmente dedica-se à produção literária, difundindo a escrita entre mulheres, produzindo trabalhos de fotografia com foco na acessibilidade, em pessoas invisibilizadas e na identidade feminina. Tem se dedicado ao estudo sobre o “corpo invisível” na dança, por meio da performance ainda em construção intitulada “Tsumani”.

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